Por Flávio Amaral
Editor do blog Fabi Corrêa

Quando vamos tomar uma decisão relacionada à nossa saúde, é fundamental nos atermos às pesquisas científicas sobre tipos de terapias e tratamentos – e a pandemia reforçou isso -, nos cercando de dados e informações que comprovem os benefícios das ferramentas que vamos utilizar para cuidar de nós mesmos. Com a Aromaterapia não é diferente.

A utilização das propriedades aromáticas para fins de cura física, equilíbrio e harmonização emocional, restabelecimento das funções do organismo e aspectos psicológicos acontece desde quando o ser humano percebeu na natureza a possibilidade desse suporte para seu dia a dia. Com o avanço da ciência e a criação de registros documentais sobre as descobertas nos mais diversos segmentos, foi possível passar às gerações futuras um conhecimento transmitido, até então, de forma apenas oral.

Reconhecimento pelo SUS

O Governo Federal implantou em 2006 a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde (SUS). Inicialmente, cinco práticas terapêuticas eram disponibilizadas à população, mas foi percebida a necessidade de ampliação – hoje já são 29 práticas oferecidas e a Aromaterapia é uma delas, sendo oferecida como ferramenta complementar para tratamentos de depressão, ansiedade, câncer e muitas outras patologias.

Esses profissionais, portanto, também se beneficiam com cursos de formação de aromaterapeuta, ampliando as possibilidades de abordagens. Cabe destacar que a Aromaterapia não é uma “medicina alternativa”. Ela não substitui os métodos tradicionais, e sim agrega em tratamentos com substâncias naturais e não-invasivas.

Números expressivos de referências científicas no PubMed

Prova da consistência científica da Aromaterapia, em âmbito internacional, inclusive, é o fato de a busca pela expressão essential oils, “óleos essenciais” em inglês, resultar em mais de 25 mil referências no PubMed, recurso gratuito desenvolvido e mantido pela Biblioteca Nacional de Medicina (NLM) dos Estados Unidos que oferece acesso a uma base de dados online gratuita contendo referências e resumos de publicações científicas da área biomédica, biomedicina e saúde, ciências naturais, ciências do comportamento, química e bioengenharia, publicações dentre as quais constam aproximadamente 5.400 periódicos dos Estados Unidos e de mais 80 países.

O que publicações científicas internacionais afirmam sobre a Aromaterapia

“Se bem estudados, esses óleos podem ter efeito sinérgico com os medicamentos usados ​​no tratamento de distúrbios do sistema nervoso central.”

Asian Pacific Journal of Tropical Biomedicine

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“A aromaterapia demonstrou potencial para ser utilizada como opção terapêutica eficaz para o alívio dos sintomas depressivos em uma ampla variedade de sujeitos.”

National Institutes of Health

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“Alta qualidade da eficácia dos óleos essenciais e da aromaterapia no tratamento da acne.”

The Journal of Alternative and Complementary Medicine

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O que publicações científicas brasileiras afirmam sobre benefícios da Aromaterapia

“Foi então observado que os pacientes administrados com o OE (óleo essencial) de lavanda apresentaram uma redução do nível de ansiedade e depressão, comprovando sua eficácia”

A utilização de óleos essenciais de Lavandula angustifolia, Pelargonium graveolens e Citrus bergamia no combate à ansiedade – Brazilian Journal of Development – ISSN: 2525-8761

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