Apesar de a crescente abordagem do tema, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre aromaterapia. Além disso, existem muitos mitos a respeito dessa terapia que merece ser sanada.

Com a popularização da técnica é natural que surjam essas dúvidas. Na internet existe muita informação verdadeira, mas também existem aquelas que são falsas e precisam ser desmentidas.

É pensando nisso que trazemos hoje uma lista com mitos e verdades sobre aromaterapia. Um conteúdo confiável desenvolvido por quem realmente entende do assunto. Fique conosco até o final para saber tudo sobre isso.

Mitos e verdades: tire as suas dúvidas sobre aromaterapia

Aromaterapia funciona mesmo? Será que os óleos podem dar alergia? Essa é uma terapia legalizada no Brasil?

Essas e outras perguntas assolam a mente de muitos brasileiros que querem aderir ao procedimento, mas têm receios. Veja a lista com mitos e verdades e tire as suas principais dúvidas sobre aromaterapia.

Aromaterapia é legalizada no Brasil:

Verdade! A Aromaterapia é um método terapêutico reconhecido pela OMA – Organização Mundial de Saúde – e pode ser utilizada no Brasil.

Inclusive, através da Portaria N° 702, De 21 De Março De 2018 foi instaurada a inclusão de novas Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares – PNPIC, incluindo a aromaterapia como alternativa para os brasileiros.

O efeito da aromaterapia é psicológico:

Mito! Essa é uma das dúvidas mais comuns e vale a pena ressaltar que há muito conceito científico por trás dessa prática. Os seus benefícios são diversos, indo desde o alívio de dores e cólicas menstruais até efeitos relacionados ao humor, bem-estar mental e combate a depressão.

Todo óleo essencial precisa ser diluído:

Mito. Cada óleo possui a sua indicação de uso, que pode ser a partir da diluição, aromatização, uso tópico etc. O ideal é sempre checar a forma correta de aproveitar melhor as propriedades de cada um.

Aromaterapia substitui tratamentos médicos e farmacológicos:

Mito. Essa é uma prática terapêutica que traz inúmeros benefícios, mas que deve ser administrada em paralelo com os tratamentos médicos, quando esses são indicados.

Além disso, os pacientes devem conversar com seus médicos a respeito do uso para que qualquer dúvida seja sanada e devem escolher terapeutas especializados e experientes para uso dos óleos, ou estudar antecipadamente suas propriedades antes de iniciar a terapia.

Óleos essenciais têm prazo de validade:

Verdade. Segundo a ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – estipular, os óleos essenciais têm validade de 36 meses, ou, 3 anos. Essa validade é contada a partir da data de fabricação, não de aquisição.

Além disso, para durar todo esse tempo preservando suas propriedades e benefícios o óleo deve ser armazenado corretamente, ou seja: livre de luz direta, calor, umidade; conservado em caixas de madeira e guardado na embalagem original, bem vedado;

Outras dúvidas comuns sobre o tema

As perguntas não param por aí. Por ser uma técnica razoavelmente nova no Brasil, as dúvidas sobre aromaterapia são as mais diversas. Então existem outras perguntas que são mais específicas e estão listadas abaixo.

Óleos essenciais possuem contraindicação?

Embora sejam considerados muito seguros e compostos por elementos naturais, existem alguns casos em que os óleos precisam ser liberados previamente por um médico, como por exemplo para:

  • Grávidas;
  • Crianças com menos de 3 anos;
  • Idosos;
  • Epiléticos;
  • Cardíacos;
  • Pessoas com síndromes;
  • Usuários de remédios contínuos e/ ou controlados.

Nesses casos é importante fazer uma prévia avaliação criteriosa para entender quais óleos são realmente seguros. É importante lembrar que alguns óleos possuem função vasodilatadora e aceleram o fluxo sanguíneo.

É possível tratar depressão com aromaterapia?

Existem muitos óleos essenciais que possuem efeitos positivos contra quadros de estresse e depressão. Eles promovem um efeito calmante e aumentam a sensação de bem-estar e felicidade.

É o caso dos óleos de alfazema ou lavanda, por exemplo, e muitos outros de base cítrica que também atuam nesse sentido. Sempre leia as instruções de uso e procure saber mais sobre as propriedades antes do uso.

A melhor forma de aproveitar todos os benefícios de um óleo essencial é realmente estudando bastante sobre o tema. Você pode se matricular no curso da Fabi Correa e se tornar um especialista no assunto.

Veja a lista de doenças que os óleos essenciais podem tratar

O motivo pelo qual os óleos essenciais se tornaram tão populares no Brasil e no mundo é justamente sua propriedade curativa. O uso desses elementos pode trazer benefícios para o corpo e promovem bem-estar.

A lista de doenças que podem ser tratadas com esse método é bem extensa. Algumas delas são:

  • Problemas menstruais;
  • Doenças do trato digestivo;
  • Infecções nas unhas causadas por fungos;
  • Dores físicas;
  • Distúrbios psicológicos e psiquiátricos;
  • Acne e alergias de pele, entre outros.

O efeito tão abrangente ocorre porque esses óleos, quando absorvidos pelo aroma ou pelo uso tópico, agem diretamente no sistema límbico.

Essa é a parte do cérebro que desencadeia reações emocionais, além de controlar funções fisiológicas inconscientes, como a respiração e a frequência cardíaca.

Quais são os melhores óleos essenciais?

Para essa pergunta a resposta é: depende. O melhor óleo essencial depende muito de qual é o efeito esperado pelo usuário. Veja a seguir uma lista com alguns dos mais populares e tire suas dúvidas sobre aromaterapia e o uso dos óleos.

Toranja:

Também conhecida como “Grapefruit”, essa é uma fruta de fundo cítrico cujo óleo essencial pode ser usado para aumentar a sensação de alegria e disposição.

O seu efeito revigorante ajuda no tratamento contra depressão e pode ser ótimo para atletas e praticantes de atividades físicas. Ele também estimula a concentração e atenção.

Pode ser usado através do difusor, ou adicionado ao sabonete líquido ou gel esfoliante e usar durante o banho.

Bergamota:

Essa é uma boa essência para tratar casos de insônia e ansiedade. A bergamota tem efeito antidepressivo e pode ajudar a amenizar as dores de cólica menstrual.

Uma das formas de uso é adicionando 2 gotas desse óleo em produtos como shampoo ou sabonete líquido. A vaporização através do difusor também e bastante indicada.

Lavanda francesa:

A lavanda francesa promove bem-estar e acalma a pele em casos de inflamações e alergias, atuando como antibacteriana. O cheiro delicado traz também sensação de tranquilidade e diminuição do estresse.

Esse é um óleo que obrigatoriamente deve ser diluído em outros óleos vegetais para ser usado em massagens ou qualquer aplicação tópica.

Alecrim:

Existem duas propriedades que são especialmente atribuídas ao alecrim: diminuir a tensão muscular e auxiliar na concentração. Por isso é muito indicado para quem está em fase de estudos ou prestes a faze ruma prova importante.  

Uma das formas de uso é através da adição de 1 gota diretamente sobre espinhas e cravos para diminuir a aparência e fechar os poros. Também pode ser usado em difusor.

Tem outras dúvidas sobre aromaterapia?

Se você tem outras dúvidas sobre aromaterapia que não foram respondidas nesse conteúdo, baixe gratuitamente o e-book “Guia Introdutório Sobre Óleos Essenciais”. Basta preencher o formulário para ter acesso a todas as informações.

Além disso, acompanhe o nosso conteúdo para saber mais sobre esse tema e continuar aproveitando todos os benefícios dos óleos essenciais para o seu corpo e a sua mente.